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27 de setembro de 2010

A esposa de ontem, hoje e amanhã.


10 de setembro de 2010

Algumas vantagens de ser mulher ...

Essa é em resposta ao @diariocvo ...

• Não precisamos hesitar em trair o parceiro. (homens adoram chifres)

• Mulheres não vivem da opinião de amigos.

• Chegar atrasada em encontros é charme.

• Podemos decidir se, quando e com quem ter filhos.

• Espancar homens não é crime e eles nunca contam pra ninguém.

• Não existe silicone para pinto.

• Nenhuma mulher precisa fazer exame preventivo para câncer de próstata.

• Se abraçar afetuosamente uma amiga não terá fama de homossexual.

• Não precisamos da força do super homem para abrir um frasco, pois já aprendemos que é só girar a tampa.

• Você pode ser o número 24 da chamada da escola sem maiores transtornos.

• Não precisamos saber jogar futebol só pra falar que entende de alguma coisa.

• Não sofremos de impotência e se o maridão sofrer ... é pra isso que existe o cunhado.

• Nosso desempenho sexual não depende de concentração para deixar nada duro e não há riscos de falharmos na transa por motivos semelhantes.

• A faixa etária feminina é maior.

• Não somos obrigadas a nos alistar para o exército.

• Muitos homens correm o risco de ter um animal de estimação com maior capacidade de raciocínio que o seu.

• Mulheres não sofrem agressão policial nem são revistadas para entrar em boates.

• Não precisamos pegar gonorréia para provar que somos mulheres.

• Mulher não tem barba nem saco.

• Não precisamos ser bonitas, afinal existem milhões de recursos de beleza para mulheres e eles significam quase tudo.

• Pra ver 22 pares de pernas gostosas é só ligar a TV em um jogo de futebol que ninguém vai te chamar de malandra e seu marido ainda vai ver com você.

• Temos maior capacidade de concentração de forma que podemos passear com o cachorro, conversar com o marido no telefone, olhar para outros homens e marcar um encontro com seu amante ao mesmo tempo sem dar nenhum furo ao contrário do outro que custa sair pra beber escondido e acaba contando depois.

• Um homem pode passar a vida acreditando que o filho de sua esposa é dele.

• Podemos ficar excitadas em qualquer ocasião sem que ninguém perceba.

• Você não precisa pagar o restaurante mais caro, um hotel cinco estrelas e ter o carro do ano para pegar um monte de homens ... uma mini saia bem mais barata, faz o serviço.

· Vivemos mais.

·Somos mais resistentes a dor e a infecções.

·Temos menos problemas cardíacos.

·Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço dos homens, mesmo com 6 bilhões de neurônios a menos (ou seja, nossos neurônios são mais eficientes).

·Somos o lado vistoso do dimorfismo sexual.

·Em menos de um século uma revolução feminina acabou com milênios de tirania masculina.

·Mulher sem grande apetite sexual, é recatada; homem sem grande apetite sexual é "esquisito".

·Não sofremos de fimose.

·Não apelamos para a violência.

·Não sofremos de neurose automobilística e conduzimos melhor.

·A mulher manda, o homem paga.

·Seguro de automóvel é mais barato para mulheres.

·Namorado de amiga nossa pra nós é homem.

Não fazemos xixi em pé, mas pelo menos não precisamos mostrar nossas partes íntimas em público. E tudo isso DE SALTO ALTO SIM !

8 de setembro de 2010

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

Luiz Fernando Veríssimo

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana. Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'


Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

1. Habitat
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

2. Alimentação correta
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

3. Flores
Também fazem parte de seu cardápio. Mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

4. Respeite a natureza
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação. Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.

5. Não tolha a sua vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.

6. Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma
mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.

7. Não faça sombra sobre ela
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

8. Aceite
Mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.

E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire GAY.

Só tem mulher, quem pode!

Um grande abraço.

26 de junho de 2010

Vida de Universitário I


Cheguei ao final do meu primeiro período no curso de Direito. Se em pouco com tempo já sabemos se é realmente esse o curso que queremos, eu tenho certeza que é o que quero. Agora mais do que nunca. Faculdade, realmente, é totalmente diferente da escola. Mais difícil, talvez. Depende. Depende inteiramente de você. Os estudos nos consomem, isso é óbvio. E é assim que criamos ainda mais responsabilidade. Não ache que professor vai te cobrar material, leitura, trabalhos, presença. Não, ele não vai. Pra quem pretende fazer o mesmo curso, saiba que Direito é tudo aquilo que você não espera. Quando entrei, pelo menos eu, tinha em mente que seria um curso mais voltado na tentativa de construir o mundo melhor. De acordo com meu professor, é o lado romântico do Direito. Somos capacitados pra isso, mas é muito, mas muito mais complexo do que imaginamos. No primeiro dia de aula, pego meu professor mais “temido”, o que todos nos colocavam mais terror. Chegou e acabou com toda ilusão que tínhamos sobre a realidade do Brasil, e todo a ordenamento jurídico. Mas quando o tempo vai passando e vamos convivendo mais, é que vemos que conseguimos, aprendemos a lidar com essa complexidade. É um estudo prazeroso, intenso, interessante. Tive sete matérias: Psicologia Aplicada ao Direito, Sociologia I, Filosofia I, História do Pensamento Jurídico, Português Jurídico, Ciência Política e Teoria da Constituição. Na Psicologia aplicada ao Direito o próprio nome já explica; relacionamos o psicológico com Direito. Sociologia I e Filosofia I é o que já aprendemos no ensino médio, mas de modo bem mais aprofundado. História do Pensamento Jurídico vemos de onde surgiu e como evoluiu o Direito, as concepções de Justiça, as primeiras leis, divisão do Direito Natural e Positivo, etc. Ciência política aprendemos muitos conceitos, poder, autoridade, nação, Estado, entre outros. E Teoria da Constituição, que se tornou minha paixão; estudamos dezenas de autores, que pensam diferente, mas que estão todos certos. Fato que demoramos um pouco a nos acostumar no Direito. Não existe certo ou errado. Existe o melhor argumento, e como diz meu queridíssimo professor Túlio Picinini, melhor argumento não é aquele que não conseguimos vencer, e sim aquele que permanece mais ao longo do tempo apesar de todas as críticas.
Fizemos muitas leituras, claro que é um curso que exige muito. Ainda mais com meu professor de História do Pensamento Jurídico, Carlos Eduardo, um apaixonado por leitura, que tem uma humilde biblioteca com mais de 4 mil livros, com um vocabulário riquíssimo e um exemplo de incentivo a leitura. Cada aula recomendava cerca de 6 biografias diferentes. Minha professora de Psicologia aplicada ao Direito, que é Psicóloga Luciene Lessa, eu temia, ou estranhava, não sei. Pra mim ela me analisava o tempo todo, vai ver era só cisma. Rosana, professora de Filosofia I, a pessoa mais meiga que já conheci em toda vida; olhos verdes que acalmam aqueles que te olhavam; me lembra um anjo. Renato meu professor de Sociologia I e seus palavrões, cachorros, etc. Ricardo que todo final de aula dizia: “bom, é isso.”
O melhor mesmo de tudo isso, além do conhecimento, são os amigos. Conhecemos tanta gente que nos cativam, e outras que queremos matar. Mas convívio é sempre assim. Gostamos muito, ignoramos ou odiamos. O ir e vir de Sete Lagoas é um pouco cansativo; o convívio obrigatório com pessoas que não são tão agradáveis complica um pouco. Ossos do ofício, ser doutora não vai ser fácil.
Me desculpem o texto extenso, mas tentei resumir seis meses de uma experiência única, e que se prosseguirá por mais nove períodos. Nove períodos de estudo, estresse, correria, medos, pessoas, farras e muitos quilômetros rodados.

11 de junho de 2010

A submissão da mulher de acordo com a Bíblia

Recebi um scrap de um amigo meu, ciente de meu movimento feminista, que citava:

Semelhantemente, vós, mulheres, sede submissas a vossos próprios
maridos, para que também, se alguns deles não obedecem à Palavra, pelo
procedimento de suas mulheres, sejam ganhos sem palavra, considerando a
vossa vida casta, em temor.
(1 Pedro 3:1-2)

Certa vez quando fui a uma missa na Igreja da Matriz de Santo Antônio, com Mosenhor Lúcio celebrando, ele citou esse trecho, dizendo que a mulher deve ser submissa ao homem.
Eu não sou religiosa, sou a famosa católica não praticante. Porém ao relembrar do ocorrido, encontrei na própria Bíblia trechos que mudam a interpretação do Mosenhor e da maioria das pessoas. Proponho aqui então, uma reinterpretação ATUAL do texto bíblico, pois assim como no Direito, as leis não mudam, são interpretadas de forma diferente de modo a se conformar com a realidade.
Comecemos então:


Efésios - 5 - 22 : 24
(22) Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como ao Senhor, (23) pois o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, do qual ele é o Salvador. (24) Assim como a igreja está sujeita a Cristo, também as mulheres estejam em tudo sujeitas a seus maridos.
PRESSUPOSTOS GERAIS
1. Entendemos que a Bíblia ainda é o livro que rege as nossas vidas. Por ser a Palavra de Deus, a ela nos submetemos, a ela, não à interpretação,
que varia e muda. Somos cativos da Palavra de Deus, não da interpretação, seja ela de cristãos ou de não cristãos, e nem da ideologia de nosso tempo, que muda como muda o tempo. Mesmo assim, a Bíblia nos fala de princípios, que são imutáveis, porque inspirados por Deus, que conhece o tempo e não muda com ele. O que nós pensamos deve estar em conformidade com a Bíblia, não com a nossa interpretação, mas com o texto, que precisamos nos expor a ele para que ele nos exponha o conselho de Deus, o verdadeiro conselho de Deus, não o nosso, que tentamos tornar divino.

2. Mesmo que o contexto histórico em que surgiu o conselho de Deus, este conselho continua sendo de Deus, mesmo que o contexto seja outro, e será sempre outro. O
contexto, no entanto, é fundamental para entendermos o sentido do texto e para o aplicarmos ao nosso contexto.

PRESSUPOSTOS ESPECÍFICOS

1. Para entendermos a recomendação paulina acerca da submissão, precisamos ler tudo o que o apóstolo fala sobre elas em suas epístolas. Ele não se contradiz e com ele aprendemos, entre outras afirmações:

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"No Senhor, todavia, a mulher não é independente do homem, nem o homem independente da mulher. Pois, assim como a mulher proveio do homem, também o homem nasce da mulher. Mas tudo provém de Deus" (1Coríntios 11.11-12).
- "Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.26-28).

2. Embora possamos ter algumas dúvidas sobre como entender a recomendação paulina acerca da submissão da mulher, podemos ter certeza do que o texto não diz:
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Paulo não diz que a mulher não pode ocupar funções de liderança, inclusive de ser pastora. Quem lê o livro de Atos dos Apóstolos e as cartas paulinas nota, com abundância, a consideração que tinha para com elas em seu ministério.
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Paulo não aplica a submissão da esposa a todas as áreas da experiência humana. A instrução é específica ao contexto da vida de uma família cristã e não se aplica à política, aos negócios e nem mesmo à igreja.
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Paulo não recomenda que a esposa deve obedecer ao seu marido, como se não tivesse gosto ou vontade próprios. Filhos e servos devem obedecer. Esposas devem se submeter. Portanto, quando fala dos deveres dos filhos e dos servos, Paulo pede que obedeçam a seus pais e a seus senhores (hupakouete). Quando orienta as esposa, ele pede que se submetam (andrasin). Esta diferença não pode ser ignorada para entendermos o sentido da instrução paulina. A diferença não pode ser desconsiderada. A mulher não deve se esconder atrás desta submissão para se livrar de suas responsabilidades, como Eva tentou fazer. Safira foi tão culpada quanto Ananias, e morreu junto com o marido porque também pecou. A mulher tem o direito e o dever de discordar do seu marido, se for o caso.
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Paulo não autoriza o marido a tratar sua esposa como pessoa inferior, como se fosse ele um déspota que reinasse sobre sua mulher. Paulo não autoriza o marido a tratar sua esposa como uma criança a ser cuidada, porque incapaz. Paulo não admite que o marido possa desrespeitar sua esposa, humilhando-a (porque ela não trabalha fora, por exemplo), vigiando-a (por causa do ciúme doentio), proibindo-a disto ou daquilo (estudar, trabalhar fora, participar de uma igreja), tratando-a como empregada ou prostituta particular, sufocando-a em suas necessidades. Paulo não sinaliza que o marido pode cometer violência, física ou psicológica, contra sua esposa, porque Deus não é cúmplice da covardia.

O SIGNIFICADO DA SUBMISSÃO DA MULHER AO MARIDO

1. Marido e mulher são seres diferentes.
A submissão feminina, biblicamente entendida, é o reconhecimento das diferença de gênero. Homem e mulher são diferentes, logo têm papéis diferentes, que devem ser valorizados. Ambos podem se destacar no mundo dos negócios, da política, da educação e da ciência, mas há papéis, biologicamente ou culturalmente dados, que cabe a cada um. No desenvolvimento destes papéis, homem e mulher, marido e esposa, são complementares.
Tornou-se politicamente correto afirmar a igualdade absoluta entre masculino e feminino, mas esta assertiva é equivocada se não incluir a dimensão da diferença,
sem superioridade, sem inferioridade.
Casados, seu casamento terá futuro quando, vocês entenderem, valorizarem e cultivarem suas diferenças. Seu casamento enfrentará turbulencias quando um desejar mudar o outro naquilo que tem de diferente.

2. A submissão feminina, biblicamente entendida, é a afirmação que o relacionamento entre marido e mulher deve ser exclusivo, no sentido de ser um para o outro. O amor e o cuidado devem ser mútuos, com um servindo ao outro. Nem homem nem mulher é mais importante do que o outro aos olhos de Deus (Gálatas 3.28), pois Deus os criou à sua imagem (Gênesis 1.27) e os tornou co-herdeiros do dom da graça da vida manifestado em Cristo Jesus (1Pedro 3.7).

3. A submissão feminina, biblicamente entendida, tem o mesmo peso que o amor masculino. Devem as esposas se submeter a seus maridos? Sim. Mas os maridos devem amar as suas esposas. Amar é a forma masculina da submissão feminina.
A submissão feminina e o amor masculino deve ser no Senhor, o que quer dizer que a submissão e o amor são dedicados primeiramente ao Senhor. Ambos são para honrar ao Senhor. Não são os maridos os primeiros destinatários da submissão e as mulheres os primeiros destinatários do amor, mas o Senhor; maridos e mulheres são destinatários em segundo plano.


• Com esse tema proponho uma conclusão:•
Os textos, as leis, as regras só tem sentido se em conformidade com nossa realidade, senão, não teriam função. Vivemos em um constante processo de legitimação das nossas leis, da nossa vida. Realmente a Bíblia não será reescrita, mas sempre reinterpretada.


9 de junho de 2010

A Liberdade - Análise do Texto de Sílvio Gallo: Ética e Cidadania - Caminhos da Filosofia.


Ao longo de sua história o homem sempre buscou a liberdade, motivo de tantas lutas e marca de muitas conquistas. Nos dicionários encontramos: “liberdade
(latim libertas, -atis)s. f.
1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.” Mas será que realmente somos livres? Pensar em liberdade, é pensar em Direito. A CF/88 nos garante a liberdade de expressão, de viver, de participação, de escolha. Não só a garante como também a limita, o que não significa ausência de liberdade. No texto de Silvio Gallo, a liberdade é intrinsecamente ligada à responsabilidade, pois devemos sempre ter consciência de que o ato concretizado o qual temos liberdade de escolher terá conseqüências, que podem afetar não só ao indivíduo, mas também aos demais em nossa volta, pois vivemos em sociedade. O autor ainda nos fala que discorda da famosa frase: “liberdade termina onde começa a liberdade do outro”. Frase tal que também discordo, pois nossos direitos são iguais e liberdades também, portanto nossos direitos começam onde os direitos dos outros também começam, para evoluirmos e chegarmos a uma igualdade.
Como citado, liberdade de escolha. O que, a todo momento, vivemos em diversas situações. A situação é importante fator definidor de liberdade. Segundo autor, somos livres em determinadas situações e em outras não. O que afirma a tese de Jean-Paul Sartre: “a liberdade é absoluta ou não existe”. Nessas situações, ou somos totalmente livres, ou não existe liberdade. Ainda, “a liberdade é a condição ontológica do ser humano. O homem é, antes de tudo, livre.”
O Autor recorre também à Mikhail Bakunin, com a dialética do Senhor e do Escravo, cuja conclusão é de que a concepção de liberdade é "eminentemente social, porque só pode ser concretizada em sociedade," não em isolamento.
Portanto, somos livres se conscientes da responsabilidade, da escolha, da situação. Não sozinhos, mas em comunidade. Não deixa de ser um conceito subjetivo, pois cada um busca a sua liberdade, o seu ser livre, que nunca se sabe sua plenitude, porém nunca se deixa de buscar.

5 de junho de 2010

Mulheres na busca da igualdade

A Mulher vem ocupando cada vez mais as universidades e o mercado de trabalho. Estatísticas disponíveis no site o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam minha afirmativa. Estamos em um constante processo de busca de igualdade entre sexos. O conhecido “machismo”, o qual inexiste nas mentes contemporâneas e inteligentes, foi o maior precursor da falta de espaço de atuação da mulher. Homens inspirados em sua ignorância, teimam em insistir que a mulher é um ser inferior, e incapaz de dispor das mesmas qualidades intelectuais. Pensamento arcaico e completamente sem fundamento. Estamos provando a nossa capacidade no dia-a-dia, participando da vida política, ocupando altos cargos de poder, com exímia competência de dedicação. Somos juízas, delegadas, promotoras, procuradoras, policiais, e quem sabe uma presidente desse país. Por isso que defendo as mulheres. Defendo e busco a igualdade entre sexos. Não só defendo, como provo. A história nos mostra a nossa evolução pelos séculos, enquanto o homem nada mudou. Isso porque lutamos. Buscamos. Evoluímos. Com esse post e os que hão de vir, não quero inferiorizar os homens. Mas busco a igualdade. Faço minha parte e espero que cada um de vocês faça o mesmo.